Quem sabe um dia a gente se encontre novamente em uma rua qualquer e se abrace para matar a saudade. E depois saímos para tomar um café e sentamos numa mesa qualquer e conversamos sobre o que temos feito da vida. E contamos os nossos planos e o quanto as coisas mudaram. E relembramos os velhos tempos e ficamos admirados em saber que o tempo passou tão rápido. É, quem sabe. Mas enquanto isso não acontece, a gente fica longe um do outro e com a saudade dando um nó na garganta.